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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Felicidade*


“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.”

*Jorge Luis Borges, 1899-1986.

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Sisters and book, 1997.
Oil on canvas, 80x60 cm.
Iman Maleky, Teerã 1976 -


sábado, 21 de julho de 2012

A suprema felicidade*


                        ... a suprema felicidade da vida é ter a convicção de que somos amados.

Victor Hugo

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O mal-estar na cultura*


Ao longo das últimas gerações, os homens fizeram progressos extraordinários nas ciências naturais e nas suas aplicações técnicas, consolidando o domínio da natureza de uma maneira impensável no passado. Os detalhes desses progressos são de conhecimento geral, e não é necessário enumerá-los. Os seres humanos têm orgulho dessas conquistas e têm o direito a tanto. Mas eles acreditam ter percebido que essa recém-adquirida disposição sobre o espaço e o tempo, essa sujeição das forças naturais, a realização de um anseio milenar, não eleva o grau de satisfação prazerosa que esperam da vida, que essa disposição sobre o espaço e o tempo não os tornou, segundo suas impressões, mais felizes. Dessa constatação, deveríamos nos contentar em extrair a conclusão de que o poder sobre a natureza não é a única condição da felicidade humana, assim como não é a única meta dos esforços culturais, sem derivar disso que os progressos técnicos não possuem valor para a economia de nossa felicidade.

Sigmund Freud. in. O mal-estar na cultura. Ed. L&PM, 2010, pp. 83-84.


domingo, 11 de março de 2012

À procura da felicidade*



Chris Gardner (Will Smith) conversando com seu filho em cena do filme À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness, EUA, 2006). 

trailer aqui

sexta-feira, 9 de março de 2012

A desmemória*



Por Eduardo Galeano



Estou lendo um romance de Louise Erdrich.
A certa altura, um bisavô encontra seu bisneto.
O bisavô está completamente lelé (seus pensamentos têm a cor da água) e sorri com o mesmo beatífico sorriso de seu bisneto recém-nascido. O bisavô é feliz porque perdeu a memória que tinha. O bisneto é feliz porque não tem, ainda, nenhuma memória.
Eis aqui, penso, a felicidade perfeita. Não a quero.


in. O livro dos abraços, 2010, p.109.



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